quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

European Tour - 22.Dez: Roma - Pisa

Esse blog agora é uma coisa meio italiana: sem linha nem tempo cronologico definido, seguindo muito bem a vontade e o humor do blogueiro aqui que vos fala. Quer ler relato de viagem muito bem escrito, vai ler o Introspective, vai! (Por sinal, muito, muito, muito bem escrito). Comigo é muito Mac Donalds, muita besteira pensada, muita falta de planejamento e alguma diversao. :D E como diria titia Katylene, segura na mao e vem! Roma - Pisa num trem fudido da Trenitalia realtime, agora:

Muito glamour: saravà Vicky, saravà Becks!
20:13h- Horário de partida do meu trem, 20.09h. 20.01h, Fernando ainda no Mac Donalds respondendo emails, quando ele ve o horário e entra em panico. Fernando fechando computador e saindo do Mac Donalds (nao, fiquem tranquilos: eu nao comi Mac Donalds na Itália. Só estava usando a wifi free deles!), e cruzando a Estacao Termini correndo aos berros de „Scusa, Scusa CARALHO!“. Minha plataforma é a 28, e claro, o Mac Donalds era por volta da plataforma 5. Minha vida na Europa é correr : a cena Fernando berrando em portugues „Sai da frente, caralho!“ já se repetiu em Barajas, Charles de Gaulle, Stockholms T-Centralen, Københavns Hovedbanegård, Lübeck e Lisboa. Phyno, para nao dizer uma ótima representacao da educacao e cultura brasileira na Europa. Praticamente um diplomata.

Finalmente chego na plataforma 28 (que para adicionar uma emocao a coisa, é 400m mais ao fundo que as outras plataformas: afinal estamos na Itália, desorganizacao é o temperinho local), e quando dou de cara  trem, a Cher Horowitz de dentro de mim pega no cabelo, vira o pezinho do lado e fala „Nao entro nisso dai nem fudendo.“: trem bem, mais bem chinfrim. Do tipo de dar saudades do RER parisiense (odiei muito esse trem, que destruiu todo o meu momento tentando ser Marie Antoinette indo para Versailles. Alemanha pode ser control freak, chatinha e pedante - mas lá até o trem suburbano de Caralhoburg in Fuckingau é muito do digno, limpinho e funcional. Jawohl?!). Mas enfim, lembrei da realidade negra (e literalmente afro-brasileira) que me espera no Rio de Janeiro, engoli a minha frescura escandinava recém-adquirida (snif, sentirei saudades) e subi no trem.

20.20h- Eu tenho certeza que Le Corbuisier desenhou essa porra de trem - tudo num estofamento com um jeito „Brasília inaugurou, galera! Vamo imigrar!“. E que provavelmente nao foi trocado desde a inauguracao – o azul tá tao, mas tao bege que tá quase nude. Nojinho. Mas enfim, estou no Sul da Europa: parede mofada, fachada descascando e rua de paralelepípedo com crateras gigante é patrimonio histórico, é in. Esse estofamento ainda pode ser reciclado e virar uma linda e caríssima bolsa Freitag, e custará o mesmo preco de uma equivalente Louis Vuitton. Europa é dignidade, é ascencao social. Até de materiais.

20.34h- Devo estar provavelmente no trem mais lento do mundo. Até o momento, paramos em umas quatro estacoes „Roma – Alguma coisa“ desde que saimos de Termini. Péssimo sinal – Pisa é longe, bem longe, e a viagem tem tudo para durar bastante.

O vagao tem um clima todo mordorrento: atrás de mim, um italiano com cerca de 25 anos berra ao telefonino numa voz incrivelmente irritante instrucoes para alguém preencher um texto (estou quase me oferecendo para preencher essa merda logo, só para parar de ouvir a vozinha irritante dele); no outro lado do corredor, duas garotas e um garoto frances meio hippie conversam animadamente sobre uma viagem que eles farao no ano novo (nao, eu nao vou falar com eles: o garoto é feio, as garotas sao mais feias ainda e tem carinha de antipáticas – nao estou afim de gastar o meu parco frances sendo simpático para escutar „Wow, Brésil? Samba? Futebol? 1998, Stade de France?“. Sou brasileiro antipático na Europa mesmo – me visto bem, falo no idioma local e sou arrogante pra caralho. Pah! E nem confianca); mais a frente um funcionário (praticamente a imagem clássica de um italiano – moreno, cerca de 30 anos, cavanhaque) da Trenitalia parece ainda mais entendidado do que eu enquanto le um jornal.

20:45h – Acho que o meu Addidas realmente gostou da Franca. Depois de um dia inteiro de chuva em Roma, andando nonstop pela s ruas da cidade, com direito a enfiada fuderal de pé numa poca de água do tamanho do Mar Adriático em frente ao Foro Coliseo (com berro meu de „Scheiße!“ e turistas alemaes do lado surpreendidos com o turista moreno aqui falando alemao – nao adianta: em matéria de xingamento, Scheiße sempre será o meu top top. Nenhum outro xingamento em qualquer outro idioma é tao impregnado de raiva como essa querida palavra no meu querido idioma alemao), o meu pé ficou o dia inteiro imerso em água. Resultado: bolha em um dos pés, e as minhas meias e sapatos com um leve soft odor de queijo Roquefort. ChIque. O meu lado elegante me aconselha a ser um menino educado e calcar o tenis de volta para que os outros passegeiros nao fiquem incomodados com esse odor que pode ser desagradável para eles. O meu outro lado (sem nome) prefere mutilacao genital a ter que calcar esse tenis úmido e sujo de novo, e principalmente ter que sair da maravilhosa posicao que eu acabei de encontrar para equilibrar esse computador (pezinhos odeour Roquefort na cadeira da frente, bien sur). E também o grupinho do lado é de franceses, povinho que todo mundo sabe que nao é muito chegado num cheirinho de limpeza nao. Acham que é cliche? Voces tinham que ouvir a discussao americanos x franceses sobre asseio, com franceses afirmando seriamente que „desodorante nao era uma coisa nem tao necessária assim“. As suecas com caras de choque, e eu entendendo porque todas vez que eu abracava o Phillipe sentia um cheirinho nao muito agradável nao.

21.11h- Ai, os franceses do lado tem macas. E peras. E pessegos. E eu nao tenho nada. Acho que vou esperar eles irem no banheiro para ver se consigo roubar alguma coisa deles. Sou do terceiro mundo. Estou juntando dinheiro para a minha segunda calca jeans „Cheap Monday“ skinny (ai gentém, a que eu tenho é tao linda… Comprei em Estocolmo, sabe, e essa é uma marca sueca super cool. Cada vendendor sueco tao bonito, tao alternativo na loja… Ah, Estocolmo…).

21.35h- Os franceses tem travisseirinhos de viagem, daqueles de colocar em volta do pescoco. Definitivamente vou estar roubando muito eles na hora em que eles sairem do vagao. A justica italiana entenderia, dado o meu estado atual. É praticamente um dilema do náufrago: é muita injustica nesse mundo.

21.40h – Tédio. Tá escuro do lado de fora e todas as estacoes parecem com estacoes da Supervia no Rio de Janeiro (estou numa agora que é a cara de Marechal Hermes – muita depre, cruzar o Atlantico, estar em Roma e lembrar de Marechal Hermes agora. Voce sai do subúrbio, mas o subúrbio realmente nao sai de voce… Buáaaa!!!). Ninguém com cara de psicopata no vagao para eu grilar e achar que vou acordar com um pano com clorofórmio na cara se eu dormir. E eu nao quero dormir, porque a minha mala só tem as minhas roupas legais que eu comprei na Europa, estamos na Itália, e vai que alguém com mao leve passa e leva tudo? Só esse risco é suficiente para me deixar sem sono. Saco, saco troppo grande.

21.45h- Os franceses abriram um pacote de Twix. Pacote família.

21.47h- Crueldade. Uma das francesas abriu outro pacote de Twix. De chocolate branco.

21.48h- Qual o tempo de condenacao por latrocínio na Itália mesmo, hein?

21.49h- Pensando que o tempo na cadeia nao precisa ser tao ruim assim – poderia utilizar a experiencia para escrever um blog num misto de Oz com Sex and The City: Sex in The Jail! Perfeito! Agora é só achar um objeto perfuro-cortante para amecar os franceses. Ou devia ameacar mesmo com sabonete líquido?

21.50h- Idéia do latrocínio descartada. Nao tem Internet em cadeia. Pelo menos nao em cadeia européia. E nao fico nem a pau (opa!) sem saber quais serao as tendencias do outono-inverno 2010 mostradas na Semana de Moda de Milao. Só se levarem um Blackberry para mim, muito bem escondido em um lugar muito especial. Leitores: alguém se candidata? Mas tem que levar o carregador escondido também (e envolto num plàstico, neam... Nojinho)! :)

22:00h- O italiano chato com voz irritante ainda continua falando no telefone. Por que, meu deus, por que? Porra deus, eu fiz a minha parte: eu fui no Vaticano hoje! Ser católico é foda – benefícios muito, muito escassos. Depois reclamam que o islamismo é a religiao que mais cresce no mundo: golinho de vinho que virou sangue e hóstia como bonus?! Faz um upgrade nesses benefícios aí cara là de cima e me promete um harém de 350 jovens atores bielorussos e ucranianos da Bel-Ami super rodados e todos com doutorado em diplomacia international no paraíso. Em dois tempos o catolicismo volta a bombar, vai ver só!

22.15h- Vou tentar dormir com tudo abracado. Assim acho que nem ninguém vai me roubar. Espero. Os franceses estao bem mais quentinhos, bem equipados e já vi uns 2 iPhones rolando por ali. Muita sacanagem mesmo se resolverem me roubar. Enfim, vou enrolar a alca na perna, e enrolar a bolsa no braco. Carioca descolado. Hà!

23h – Acordei com a garrafinha de água rolando cadeira abaixo. Quando eu fui me levantar para pegar, a perna esquerda (enroscada na mala) ficou presa, e a direita mal segurou o peso porque estava dormente, mas eu escapei de um tombo com manchas e escoriacoes por pouco. Uma das francesas levantou uma das máscaras de dormir (ah, eles também tem isso – mas que se fueda, eu enrolo o cachecol no rosto e consigo o mesmo efeito. E ainda fico com cara de terrorista de Jihad Islamica, o que surge no super útil efeito combo de assustar eventuais larápios. Perfeito.) meio de ladinho, olhou com um dos olhinhos com uma cara meio de nojinho e voltou a dormir. Definitivamente jogo o sabonete líquido neles antes de dormir – e pena que nao tenho um Pinho Sol aqui, porque senao jogaria também! FDPs.

23.15h- PARA TUDO: Deus deu a prova da sua existencia. Sim irmaos, DEUS EXISTE! Tava procurando as chaves da minha mala na minha bolsa quando eu encontrei o inacreditável. O inesperado. O inconcebível. O… que?

(Suspense. Pessoas se mexendo na cadeira. Mistério.)

Eu encontrei… o último pacotinho de Oreo banhado em chocolate, comprado no aeroporto de Barajas dois dias atrás!!!

Obrigado deus. Isso já valeu como presente de Natal. Muito obrigado mesmo. Agora só falta o harém de ucranianos e bielorussos da Bel-Ami – o doutorado em diplomacia internacioinal eu dispenso, só um mestrado já tá de bom tamanho. Ok, tudo bem: graduacao vale, mas que nao seja na Univercidade, hein! Mas todo mundo morando na Ásia Central: beeeeeeeem longe.

23.20h – Crise de auto-estima. Eu nao estou achando os meus produtos La Roche Posay na mala mais mal arrumada da historia da viagem de trem mundial. Eu to mesmo parecendo um terrorista da Jihad Islamica - mesmo sem o cachecol enrolado no pescoco. Eu estou cheirando a queijo Roquefort, estou com fome, sujo, com frio, to todo molhadinho (nao da forma legal), minha pele tá uma merda e os meus outros produtos La Roche Posay ficaram quase todos em Hamburgo. Estou num trem feio e fudido (me acostumei com trens na Alemanha, caralho! Me deixem ter a minha crise diva!), no meio do nada, em alguma estacao perdida na Toscana e nao é como naquele filme com a Diane Lane. Longe de amigos, família, é quase 23 de Dezembro e eu nao tenho a minha mae por perto para poder extorqui-la e ganhar um lindo presente de Natal. Estou tao carente que já ficaria feliz até com conjunto de 3 cuecas de C&A - mesmo aquelas de elastico atochante estariam super legais. O que vale è a intencao (principalmente se o presente for um trench coat Burberry ou milhares de reais na minha conta bancaria - espirito de Natal é isso ai...).

Viagens sao feitas de momento como esses. Antes, quando eu pensava „uma viagem de trem de Roma para a Toscana“ eu imaginava um belo trem europeu confortável, italianos lendo Corriere della Sera, italianas carregando belas bolsas Bottega Veneta gritando „Ma Franceschino, fai un puo de silencio, Madonna putana!“, com uma bela paisagem ensolarada campestre ao fundo. A minha realidade atual? Eu todo do fudido, planejando um latrocínio por causa de chocolate (ok, vai lá: é Twix branco, dá pra rolar um desconto), louco para ir ao banheiro mas com medo de ser assaltado pelos franceses nojentinhos que visivelmente precisam dos meus produtos La Roche Posay, em um trem muito do fudido e feio, dois dias antes do Natal, sozinho e carente, perdido no interior da Itália. E postando tudo isso na Internet, e assinando com o meu nome verdadeiro! (To brincando gente, amo voces, tá? Beijosmecomentem)

Melhor postar essa foto, ou vai que o laptop da um tilt de novo e eu perco tudo...
Eu nao estou triste nao, gente… mas somente ficando meio melancólico. Eu vou ter saudades desse ano em que eu fiquei tantas vezes nessa posicao (sentado, sozinho, esperando o tempo passar, imerso nos meus pensamentos) enquanto viajava para algum lugar nesse continente. Tantas vezes sozinho, tantas vezes imerso em uma montanha de pensamentos do tamanho do Everest. E cá estou eu, 16 dias antes de tudo isso acabar.

Batendo de novo o medo de ter que reiniciar a vida no Brasil, desse novo Fernando ter que voltar para o mundo do velho Fernando e achar um jeito de tocar a vida para frente de novo. Eu mudei tanto nesse ano… As minhas antigas aspiracoes parecem tao ridículas e pequenas com tudo aquilo o que eu quero conseguir agora… Medo de voltar ao Brasil e perder essa vontade de batalhar que voce inevitavelmente tem que criar na hora que mora fora, e me transformar em um conformista „satisfeito com a vida que tem“. Enfim, tá muito tarde para ter esse tipo de crise, e eu to chegando na Toscana, to na Itália, vou viajar no Tiramisú e ter crise filosófica no voo Zurique-Sao Paulo, dia 13 de Janeiro. Sai daí, Schopenhauer-Urubu e vamos baixar em mim, louca da fonte do filme do Fellini. Saravá.

23.25h- Tédio de novo. Mas agora, medo de dormir e passar da estacao. Mas perae: essa porra tem estacao final em Pisa mesmo… Vou fazer a minha máscara de dormir Jihad Islamica de novo e mandar ver. Fui.

0h – Os franceses acordaram. Uma das garotas tá parecendo a Vanessa da Mata. Quando a Vanessa da Mata acorda num bad hair day. Fiquei feliz. Sou mau – gente mais fudida do que eu me mostra que sempre existe e sempre existirá esperanca. :D

0:05h- Acho que vou criar coragem e lancar uma forca-tarefa na minha mala em busca da minha necessaire. Chegar barango em Pisa nao dá. Eu tenho uma imagem a zelar. Uma imagem de perua. Inteligente. Mas mesmo assim, perua.

0.08h – Ha! Os franceses nao tem hostel, e perguntaram para os italianos se eles conheciam algum hostel em Pisa. O que os italianos responderam? „Parla Italiano? Non parlo anglese.“

0.09h – Ih, sobrou pra mim: os italianos sacaram que eu sou gringo, e perguntaram direto se eu falo ingles. Consegui estabelecer um contato entre as duas partes num portogliano-ingles muito do capenga (no italiano, porque o meu ingles é legal, táh! Mamy's me matriculou muito no Ibeu). E prometi ajuda-los a procurar um hostel, perguntando a minha brazilian hostess se ela conhece algum pela cidade. Muito orgulho de mim – praticamente Jesus Cristo com toda a minha generosidade. Me negaram o Twix Chocolate Branco, mas mesmo assim eu perdoei. Amém irmaos. :D

0.10h – O trem ja tá atrasado um minuto. Inaceitável, um absurdo! Ups: Fernando achando que é alemao de novo. Scheiße!

0.13h – Tá chegando! Tá escuro. E nao dá para ver a Torre de Pisa. E acho que o cheiro de Roquefort era dos franceses mesmo, porque eles tem uma sacola de compras gigante (falei que farofismo é in na Europa!). Tá tudo muito escuro. Só eu e os franceses no vagao, e eu continuo escrevendo para que eles pensem que eu sou um cara muito importante e se arrependam de nao terem dividido o Twix da humildade. O que dá mais para falar… Pisa é escura. Muito escura. Luzes de mercúrio, trilhos, muitos trilhos (e a música „… Os trens correm pelos trilhos da Central do Brasil…“ com Jorge Ben vem na minha cabeca. To falando que voce sai do subúrbio mas subúrbio nao sai de voce). Uma plataforma! Cheguei! Mais informacoes mais tarde. Stay tuned! :D

6 comentários:

Daniel disse...

-Também sou fã do Scheisse (Scheisse, não tem eszett no meu teclado).

-Marechal Hermes, é? Se entregou? Mas a estação de Marexáu é tão bonitinha. (cof cof, tenho parentes lá)

-Sim, aceito a oferta de contrabando de twix de chocolate branco. Traz umas 2 caixas aê!

-Ah, e a tal ligação Pavuna-botafogo inaugurou ontem. Adivinha o que aconteceu? Atrasos e confusão nas estações do Metrô. Vai se acostumando...

Introspective disse...

Viele danke, sweetie. Vc tb escreve muito bem! Preciso ler vc de cabo a rabo... tô adiando pq sei q qdo começar, não vou parar, e isso vai levar dias. Bjs e feliz natal!

Fernando disse...

@Daniel:

- No meu tem porque eu me auto-dei um update tecnologico na Alemanha e comprei um computador portatil la. O teclado e lindo, cheio de teclas inuteis, e nenhum til a vista. Ou seja, to fudido.

- hahaha Nunca falei que eu nasci e cresci na Zona Sul, tah! :) Mas nao, nao moro em Marechal Hermes. Moro - ou na verdade, mamae e o lugar onde eu cresci - e mais longe ainda. Mas ainda no Rio.

- Pensarei no caso... :) Brincando. Entra na lista de contrabando da Europa.

- Pavuna-Botafogo... dava tudo para ver as patricinhas de Botafogo morrendo ao ver o povo da Baixada descendo na Zona Sul direto. Amo! :)

Fernando disse...

@Introspective: Aham, porque sabe, EU JA LI o seu blog de cabo a rabo, e o senhor so bem me enrolando falando que vai ler, vai ler... e nada! :)

Brincadeira... :) Ta no Nordeste ainda ou voltou para a linda e maravilhosa SP? :D

Introspective disse...

Me leu de cabo a rabo, é? Quem garante? Sem comentários = sem provas! rs

Já tô em São Paulo, voltei dia 13. E dia 26 vou pro Rio, até dia 29. E chega de viagens até o Carnaval, I guess.

Felis Natau e viva a incrusaum dijitau!!!

Fernando disse...

@Introspective: Depois da resposta do meu emsil, também NAO COMENTO MAIS. :) Se quer acreditar que leu, acredita, senao quiser, nao acredita! :D

Hahah E a vitima da inclusao digital por acaso sou eu? Eu morava mal mas tive computador e Internet muito antes dos meus amiguinhos ZS, táh? :D