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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Guess who's back?


Tudo bem, tudo bem... Um mês sem postar. O meu blog passou definitivamente da categoria de ativo (ui!) para aquele vivo-morto no qual o blogueiro parece ter perdido a vontade de brincar com brinquedinho novo mas de vez em quando sente saudade e gasta uns 5 minutinhos com ele. Ou seria o clássico caso de estrelismo da blogsfera, no qual depois que um cara cria um blog, começa a postar enloquecidamente sobre todo e qualquer tema, começa a comentar enloquecidamente nos blogs em que ele super quer constar no blogroll (os educados, como eu, só comentam – os sem noção mandam o clássico “Ai, adorei seu blog! Então estou escrevendo um blog sobre como as Destiny Childs foram importantes para a minha formação de caráter! Passa lá pra comentar, vai!!!!”), consegue um séquito fiel de seguidores que elogiam absolutamente tudo o que você faz (“Realmente, você escreve tão bem sobre qualquer assunto!” ou “Sua opinião sempre é fantástica!”), consegue determinada posição de destaque na blogsfera ele... repensa no porquê ele gasta seu tempo escrevendo quando poderia estar treinando badminton, posta uma mensagem de despedida no blog “Valeu pelos comentários, até a próxima, mas sou importante demais pra ficar escrevendo!” e fica postando feeds engraçadinhos no Facebook?

Juro que queria ter uma razão super fantástica para contar aqui agora. Tipo... sobrevivi uma catástrofe gigante, fiquei em coma esse tempo todo e só agora recuperei todos os meus movimentos do corpo (JAMAIS eu posso ficar paralítico pelo simples motivo de que a minha noção de espaço é uma das piores que eu conheci na minha vida. Andando eu já esbarro, chuto, piso em um monte de coisa – imagina equipado de uma roda de metal cheia de quinas super cortantes?!). Ou que a proximidade de 2011 me fez repensar nas minhas prioridades de vida e no que realmente eu busco dentro do meu “Eu interior” (tipows... eu dentro de mim mesmo, saca?), me fez enxergar que a vida é muito mais do que roupas, viagens e bens materiais e fez decidir largar a faculdade de Economia para viver num mosteiro budista no interior da Índia estudando os vedas e fazendo yoga mmslösmsstanga o dia inteiro (CLARO que isso jamais iria acontecer, porque no exato momento em que eu chegasse na Índia e visse todas aquelas confecções infétidas cheias de crianças filhas de prostitutas trabalhando sob regime semi-escravo, furando e cortando seus frágeis dedinhos para produzir fúteis peças de vestuário por quantias miseráveis....eu lembraria que laranja fica PÉSSIMO em mim, acabaria torrando todo o meu dinheirinho em fantásticas peças e quando uma criança viesse correndo clamando por piedade, eu chamaria o capataz para ela tirar ela de mim porque #1 eu não posso manchar minhas novas roupas de catarrinho e #2 elas precisam continuar realizando um trabalho tão importante, tão fantástico, que gera tanta felicidade na vida de tanta gente!). Ou que eu decidi escrever um livro corporativo de mega sucesso internacional (“Quem mexeu no meu cachecol da H&M?” ou “Pai bem-vestido, Pai cafona”?) e agora passo todo o meu tempo dando entrevistas na Você S&A (aka. Capricho de Executivo) falando em “estimular o capital humano” ou “buscar a sinergia de forças das diferentes competências e business cores da empresa”. Ou que virei comentarista de moda do GNT, atualmente comentando o São Paulo Fashion Week com um recém-adquirido sotaque fashion-tupiniquim (que vem a ser uma mistura do gauchês “Era camponesa/ferreiro na minha cidadezinha de colonização alemã/italiana quando o olheiro tarado me viu, me deu uns pega e me decidiu levar pra SP”, paulistanês “Eu falo gerÚNDIO todo o tempo e fa-lo as pa-la-vras super-merca-das por-que fica su-pe-R so-fis-ti-cado” e um leve toque de carioquês “Porqueám na Globoum só entra queim falám que néam a Fernanda Abreu, e ninguém vive de campanhãm da Carmim e Triton pro resto da vida nãum!), absurdamente discorrendo sobre aquelas lindas e super práticas peças mega originais (A-HAM!) de outono-inverno, completamente adaptáveis ao nosso clima temperado (quem falar que paulistano consome moda inverno e usa sobretudo em julho APANHA, porque toda vez que eu vou nessa cidade no inverno eu vejo a maior quantidade de gorro de poliéster e casaquinho de fleece com estampa da Disney do Hemisfério Sul!).

A verdade é que eu somente trabalhei horrores nesses últimos dois meses. Concentrei no trabalho. Reestruturei minha vida pessoai. Finalmente consegui um lugar para viver no médio prazo (o que para mim, depois do segundo semestre de 2009, significa uns 4, 5 meses? :D) com pessoas razoavelmente sãs e até simpáticas! :D Trabalhei mais um pouco. Fui a praia. Curti o verão carioca (e para ficar bem registrado: ainda continuo odiando o verão, odiando essa temperatura, odiando esse clima abafado e gente torrando a minha paciência falando “Ai, eu adoro o verão! Prefiro passar calor do que frio!”. Primeiro, eu ODEIO não conseguir dormir direito porque ainda sou um fudido e não tenho um ar-condicionado para recriar a Karélia no meu quartinho-sauninha, odeio essa sensação de estar suado o tempo inteiro, de pele suja e colando o tempo todo, como se ao invés de sabão eu tivesse passado Cola Pritt no corpo inteiro. Segundo, eu uso terno – no Rio de Janeiro – para ir trabalhar, e as duas cores que eu tenho disponíves são preto e preto risca-de-giz. E terceiro, toda pessoa que vem com essa frase imbecil sempre tem um ar-condicionado bem fortinho pra ligar de noite e seguramente não cresceu no bairro adjacente de BANGU, onde faz um calor do cão, e praia... RÁ, só lá depois de Jacarepaguá!). Li alguns livros. Escrevi alguns e-mails reclamando do calor infernal que faz no Rio de Janeiro e mostrando ponto-a-ponto para os meus amigos no Norte da Europa porque o inverno pode ser sim muito legal. Enfim, o normal. Nada demais.

Todo blogueiro acaba precisando de um pequeno período de distância para repensar no que escreve. Afinal, quem está aqui não é um jornalista que escreve on demand, mas somente um leigo que decide dividir suas experiências e impressões com o resto do mundo sob a forma de uma página na Internet. Algumas vezes temos muito a dizer, algumas vezes não temos absolutamente nada. Branco total na tela do Word. E sinceramente, o meu blog sempre foi o dos textos grandes, comentários dentro de comentários e uma análise um pouco particular sobre os assuntos. Não consigo fazer texto tipo “Fulaninho lançou tal Cd e eu achei isso e aquilo”. That is not me. Quem me lê espera mais. E produzir esse tipo de texto demanda tempo e inspiração, gente!

Enfim, obrigado pelos comentários de “Vamos atualizar? Obrigado.” (Ri muito quando li esse, confesso!) e estou de volta. Espero. Ou farei o meu melhor. Sinto saudades dessa coisa de parar em frente a uma tela branca e preenchê-la com palavras e pensamentos. Primeiro, eu acho super Carrie escrevendo sua coluna (Posso ver a camera chegando por trás de mim, minha voz falando “Once upon a time, in a steam-sauna called Rio de Janeiro...” e eu com cara de inteligente tomando um Haagen-Dazs tamanho “Panela de Refeitório de Escola Pública”). Segundo... é terapêutico. E terceiro, alguns leitores são como amigos, parte da minha vida, e que fazem falta.

Enfim, é isso. Eu voltei.. :)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Um ano

Há exatamente um ano, eu me sentei em frente ao meu laptop Toshibão-velho-de-guerra (que morreu Agosto passado, levando TODAS as minhas originais das fotos dos meus primeiros seis meses na Europa) e olhei para a janela do meu quarto, que dava para o jardim da residência estudantil. O que eu vi? As árvores, com suas folhas em tons de dourados e amarelo e vermelho, mostrando que o outono hamburguês já tinha chegado para ficar. Absolutamente deslumbrante (para mim, até hoje o outono é estação do ano que eu mais prefiro em países temperados. Fuck off! Black Eyed Peas e Stereolove tocando nos Beach Clubs das capitais européias - eu quero é mais andar elegantemente vestido num sobretudo+cachecol num parque com folhas caindo e sentindo os raios de sol tocarem levemente no meu rosto – sem causarem queimaduras de octogésimo grau como acontece no Rio). Mais uma vez eu relembrei de como eu estava longe de casa, de como aquilo tudo era diferente de tudo o que eu já tinha vivido, e o mais importante: de como eu tinha batalhado para ter tido a oportunidade de ter visto aquilo. E o que eu sentia naquele momento? Nada. Absolutamente nada.

Foi nesse instante que eu cheguei à conclusão que tinha que colocar mesmo aquilo para fora. (Não, you nasty readers, não era *aquilo* - até porque, sendo beeeem sincero, *aquilo* era posto para fora com bastante regularidade em terras européias :D). Aquele sentimento de apatia, de “Que bom...”, absolutement blasé... tão típico de alguns amigos super acostumados a viajar inúmeras vezes para destinos internacionais (ainda reviro os olhos para quem tem a coragem de falar “Ai, acho Londres/Paris/NYC so boring...”. Capital mundial não se acha “boring” – no máximo se prefere uma a outra, mas nunca se “Ah, não curti” uma delas. Se você não consegue encontrar algo nada menos do que absolutamente fantástico em cada uma dessas cidades, você não tem cérebro e faz o favor de ir num Orlando Fly&Drive nas próximas férias e não enche o saco!) não podia estar acontecendo comigo. Justamente eu, que (verdade verdadeirissima) planejava aquela porra de viagem desde os meus 6 anos, quando ganhei o meu primeiro atlas mundial (enorme, quase da minha altura) e fiquei fascinado com aquelas páginas cheias de mapas e fotos sobre os mais diferentes lugares do mundo. (Na verdade, esse atlas também me provocou a minha primeira crise “Ninguém me entende!”. Ganhei o Atlas, fiquei todo feliz, levei para o colégio crente que todo mundo iria compartilhar do meu “Que foda!” ao ver aquele livro gigante. Entrei na sala com um sorriso de orelha-a-orelha, falando “OLHA QUE LEGAL O MEU NOVO LIVRO!”. 3 pirralhos vieram, olharam durante 5 segundos e o jogaram no chão. Outro idiotinha ainda ameaçou pisar, só parando quando eu olhei para ele com aquela cara de “Toca seu Conga no meu Atlas que eu arranjo um jeito de arrancar seu pé com aquela tesoura sem ponta, toca!”. Peguei meu Atlas do chão, fui para a minha e Pah! nem confiança. Eles nunca me entenderiam mesmo...) Justamente eu, que tinha ficado quase 2 anos planejando, mandando e-mails para empresas (C sabe como eu suei na minha primeira entrevista de estágio por telefone ainda aqui no Brasil, em alemão!), juntando grana (e aprendido que MUITOS reais viram pouquíssimos euros - e para sacanear, o euro mega desvalorizou durante a minha estadia na Europa. Pode isso?!) e o mais importante: criando coragem para enfrentar aquele monstro que parecia a viagem à Alemanha (amigos, quantas vezes eu falei “Desisto? Vou para o Paraguai mesmo!”?). Justamente eu, que tinha conseguido ir, ver e vencer (o choque inicial do aeroporto de Frankfurt, onde eu passei 30 minutos olhando perplexo para a mulditão saindo dos portões e tive um branco linguístico completo; Berlim, Copenhague, Estocolmo e Londres até então; Estágio numa das maiores empresas alemãs), que não tinha a mínima idéia de quando poderia viver aquilo tudo de novo (Campo Grande fica tão longe da Europa...) e eu... não conseguia ver como era foda estar vivendo aquilo tudo?! Parecia que eu tinha perdido a minha principal característica: o brilho no olhar, a empolgação de viver as coisas pela primeira vez, aquele tipo de deslumbramento fanstástico e saudável de viajar para o exterior pela primeira vez. “O que tinha acontecido comigo?” era o o que eu me perguntava naquele momento.

Eu só sabia que eu tinha que escrever. Se eu achava, naquela hora, que algum iria se interessar pelos textos? Nunca!: a gente nunca começa um blog realmente acreditando que alguém vai se interessar por aquilo que a gente tem pra mostrar. Não sabia se seguia o estilo sucinto-e-antenado do Daniel, a sofisticação em muitas linhas do Thiago ou estilo desbocado-se-você-não-curtiu-my-ass dos relatos de viagem Ana Karina. Não sabia se as pessoas teriam a paciência de ler os meus inevitavelmente longuíssimos textos, com milhões de referências (eu juro: eu escrevo o texto, eu releio, eu tento enxugá-lo... e qualquer tentativa de tirar qualquer parte do texto leva muito mais tempo do que escrever o texto em si, eu encho o saco e posto o texto cheio e voilá) e piadinhas internas. Acima de tudo, não sabia se interessava para as pessoas saber das histórias de um carioca suburbano maluco perdido pelo norte da Europa.

E veio o primeiro post, onde eu fiz uma desconstrução do sonho europeu, do meu sonho europeu (não aguentava mais “Como assim você tá triste?! Você tá na Europa!” quando o que eu mais queria era alguém para falar que me entendia!). O segundo post, onde eu tentei fazer uma análise crítica e ácida da Bratwurstland, bem ao estilo “Eu odeio, mas estou amando esse país!”. O terceiro, onde eu sentei PUTO da vida depois da minha flatmate ter me negado a usar uma panela... e que me gerou o primeiro comentário (de quem? De quem?)!

E aí veio a vontade de postar cada vez mais, os detalhes da minha vida alemã, deixar registrada cada impressão boba e idiota sobre a minha vida em Hamburgo. E vieram as viagens! Ah, as viagens: porque eu não tive a ideia antes de deixar tudo registrado! Tantas horas de tédio mortal, de solidão, de saco cheio de ficar vendo museu+lojinha+centro cultural. Pra quê companhia de viagem quando se tem um laptop, um continente com ruas seguras, um maço de cigarros (Dunhill Blue, always!), uma mesa de café do lado de fora para se sentar, uma xícara de chá, uma tarde inteira pela frente e leitores interessados no que você tem para dizer?! Lisboa foi tão mais rica, tão mais produtiva do que Londres em termos de memórias e impressões, tanta coisa mais ficou registrada e foi tão legal ler as respostas dos leitores, curtindo a viagem comigo.

E veio a volta ao Brasil, a dúvida se vocês continuariam se interessando pelas minhas opiniões críticas e ácidas, agora voltadas para algo comum e nada exótico para vocês: a minha vidinha de universitário carioca. O questionamento “deveria ou não continuar a escrever o blog?”. (Blogueiros: Quantas vezes vocês já pensaram em dar um fim nos seus blog? :D Eu inúmeras, quase uma a cada dois meses ou quando recebo um comentário gongativo!) A readaptação a vida brasileira, de universitário e estagiário, sem grana, mal com tempo para me dedicar e escrever as inúmeras coisas e projetos de séries textuais para os meus interessados leitores (que eu defino como heteros e bichas chiques e inteligentes!).

Enquanto escrevia esse texto hoje eu passeava pelo blog, abrindo os arquivos, relendo alguns dos meus posts preferidos, relembrando de como eu escrevi cada um deles, tentando ter algum insight, alguma sacada para escrever algo na linha “O Lost und Found in Translation faz um ano, e quem ganha o presente é você!”. Fracasso total: primeiro, porque originalidade passou, mandou um “Oi, me liga bee!” e foi pra Farme. E segundo?

Segundo, posso falar sinceramente? O presente foi meu. Todo e absolutamente meu. :D O privilégio de ter tanta gente fina, elegante e sincera viajando comigo Europa afora, acompanhando as minhas crises existenciais e lendo os meus absurdos posts de viagem é só meu. (Falaí: viagem de trem de Florença a Pisa by Trenitalia comigo é muito mais interessante do que aquela chatura pastelone de Passione, néam?! :D) A felicidade na hora em que eu recebo um comentário inteligente, mesmo que seja questionando 200% do que eu escrevi, mas transparecendo que as minhas palavras fizeram essa pessoa pensar pelo menos 2 minutos, é só minha. E o resgate no brilho no olhar, na busca de ver as coisas sob uma perspectiva diferente, tentando ver como um assunto em potencial para o blog... é só meu.

Então tudo o que eu posso fazer é simplesmente o mais básico do básico.

Obrigado por me lerem, caros leitores. Muito obrigado. :)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Revelações de uma noite de insônia

Afinal, amanhã eu só tenho duas entrevistas de estágio + trabalho SUPER legal sobre o Walras para entregar + 3 textos para resumir e revisar. CARAJOS!

E já que a hora passa e sono não vem, vamos tentando passar o tempo. E como eu passo o meu tempo?

1) Escutando os piores hits da R&B: Oficialmente eu passo longe do popular, amo Air e Phoenix, tenho uma lista de bandas e cantores alternativinhos/rockeiros para mencionar quando quero passar uma imagem foda. Na real? Eu adoro French/Brit Rock. E amo todos esses hits tipo "início de night na Baronetti", sabe? Esses, com um bando de negão americano esfregando um monte de nota de dólar na bunda de umas biscates ou com um bando de negona tudo com o cabelo megalisado se esfregando em outros modelos negros e reclamando do relacionamento. Do tipo, de lembrar coreografia na hora em que eu, loucaço, escuto essas músicas na boate. Vergonha, muita vergonha... (E sobre o 50Cent: eu oficialmente não sou chegado num cafuçu. Mas esse jeitão cafa/gangsta, essa voz rouca, essa atitude "I gonna fuck u like a porn star"... e ainda mais esse cara cantando "Have a baby by me / Baby be a millionaire"! Com esse sorriso, nem precisa ser a millonaire: largo apartamento na Park Avenue e vou ser feliz no Bronx. Com isso TUDO pra mim!).
(P.S.- E como eu fui esquecer de comentar do Ne-yo! Eu acho o cara foda. Você sabe que o cara veio lá de baixo, você sabe que o cara é gangsta, você sabe que o cara era fácil um nada de um estado qualquer do Sul dos EUA. Mas o cara tem um porte, uma elegância absurda que realmente faz acreditar que estilo dá pra se conquistar. Pra maioria dos rappers vale a máxima "Você tira o cara do gueto, mas não tira o gueto do cara!". Pra ele? Você tira o cara do gueto. E transformar ele praticamente num local da Saville Row. Eta negro gato!)

2) Lendo notícias inúteis: quanto tá a SELIC? Não sei. Em quanto a Bovespa fechou ontem? Não faço a mínima idéia. Agora, o caso do goleiro Bruno, acabei de ver que a prisão dele acabou de ser decretada. Anta: podia ter usado a consultoria que o Daniel deu no blog dele e ter ido ser feliz na Suécia, Áustria ou Alemanha. Mas não, quis continuar na farofinha, no sambinha, na peladinha, se FERRÔ mermão. Agora é dar adeus ao Barra Mansions & Condominium e ir ser feliz no Les Residences Bangu Un.

3) Reclamando da vida e falando "Como seria bom se o tempo pudesse voltar" com os amigos online no Facebook: Primeiro, essa na foto é o meu amigo americano-mexicano F, e sim, ele está me zoando (sentiram o detalhe do cachecol no pescoço? :D). Segundo, muita sorte minha que aquele cucaracha mora em Los Angeles: o fuso horário faz com que ele quase sempre esteja online quando eu estou com insônia, e ter o privilégio de ter uma das pessoas que mais conhecem me pra trocar idéia nessa hora da noite é foda. Definitivamente, eu amo esse cara: lindo, designer foda, tira fotografia como ninguém (mas tem uma fotogenia péssima: as fotos não fazem jus à metade do tesão que esse cara é. E olha que eu já vi tudo, de todos os ângulos, com e sem roupa!), farreiro na medida certa. Sabe aquela relação de irmão que você desenvolve com algumas pessoas, e que no final acaba sublimando qualquer questão sexual que pudesse existir? Esse cara pra mim. :D

Acho que vou contar carneirinhos e tentar dormir. Ou pegar o texto do Walras que vai dar no mesmo...

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Deswegen liebe ich Hamburg :)

Site do HVV (Sistema de Transportes Integrados de Hamburgo). Site facílimo de usar: calcula como chegar a qualquer lugar na zona metropolitana extendida de Hamburgo, com todas as variacoes possíveis: menor tempo, menor preco, menor número de baldeacoes, passar via um determinado local.

De tao perfeito, organizado e fácil de usar... chega a dar medo. :) Por isso os alemaes nunca chegam atrasados a nenhum compromisso.